O que buscamos?
O amor?
Mesmo que remanescentes da dor profunda, colecionada com tanta angústia!?
Felicidade?
Mesmo que a notoriedade de dias iguais insistem em preencher a rotina vazia do dia - a - dia!?
Utopias?
Mesmo que elas preencham de ilusões a nossa juventude e frustrações a nossa velhice!?
Fadigados de tanta procura, esperar seria a cura!?
Cura pra que, se não estamos doentes?
Se na mente não há nada.
Se somos inocentes, indecentes, dependentes e independentes, e ao mesmo tempo escravos do tempo.
Eu escolhi esperar! Ou a espera é a escolha de alguém que me influenciou mesmo sem saber?
Esperar o que? Se o tempo é curto.
Um breve parênteses na eternidade é a vida diante de tantos questionamentos...

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