terça-feira, 16 de agosto de 2016



O que buscamos?


O amor?
 Mesmo que remanescentes da dor profunda, colecionada com tanta angústia!?

Felicidade?
Mesmo que a notoriedade de dias iguais insistem em preencher a rotina vazia do dia - a - dia!?

Utopias?
Mesmo que elas preencham de ilusões a nossa juventude e frustrações a nossa velhice!?

Fadigados de tanta procura, esperar seria a cura!?

Cura pra que, se não estamos doentes? 
Se na mente não há nada. 

Se somos inocentes, indecentes, dependentes e independentes, e ao mesmo tempo escravos do tempo.

Eu escolhi esperar! Ou a espera é a escolha de alguém que me influenciou mesmo sem saber?
Esperar o que? Se o tempo é curto.

Um breve parênteses na eternidade é a vida diante de tantos questionamentos...



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