Lamentações...
Eis que, o caráter insensato da agitação cotidiana,Pressupõe a utopia contida na vida,
Hoje dizemos acreditar no amanhã
No entanto o amanhã, é o hoje em que não queremos acreditar.
Do sofrimento a inutilidade,
Sofremos sem saber a causa,
Vivemos buscando a felicidade,
E em e meio a imbecilidade estagnamos.
Pra que viver?
Se estamos em estado de estupor,
Se não há ninharia nenhuma à acreditar,
Se tudo o que conquistamos se esvai de repente,
E num ultimo suspiro o fôlego se comprime.
Dos males o menor
Desejar que tudo se acabe
Porquanto não ficou ainda pior...
Lamentos são ouvidos,
Morte derradeira chegada na vida,
Vida que se busca na morte contida.
Quero apenas um sonho Seguir,
Onde está escrito que tudo há de se cumprir
Que venha logo a vida Eterna
Pois nela a morada será Feliz,
E de tão bela não se verá mais aquela cicatriz
Que a vida deixou...

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